Empregos para o Clima: um plano social para a transição justa

Cada vez mais, os decisores políticos estão a ser pressionados pelos movimentos sociais que desmascaram a inacção climática dos governos nas últimos décadas. Mais relatórios científicos e mais protestos sincronizam a agenda pública e a urgência climática. A nível mundial, temos que reduzir as emissões de gases com efeito de estufa por 50% até 2030. Os governos que aceitam…

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Empregos para o Clima: para Segurança Energética

Regra geral, as fontes renováveis precisam duma gestão mais sofisticada do que combustíveis fósseis. O sol brilha só durante o dia, os ventos são mais fortes à noite mas são distribuídos pelo país inteiro, as marés são oscilantes, etc., e não existe uma correspondência directa entre o consumo e a produção. As centrais termoelétricas resolvem este assunto pela queima…

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Empregos para o Clima: para Soberania Energética

Actualmente, só um quarto da energia consumida em Portugal é oriunda de fontes renováveis – incluindo todas as barragens. Ou seja, 75% da energia consumida em Portugal vem dos combustíveis fósseis. Tudo isto é privado. O relatório da campanha Empregos para o Clima mostra o caminho para um Portugal 100% renovável, criando dezenas de milhares de empregos públicos no…

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COMUNICADO: O Plano Nacional de Energia e Clima para 2030 garante o caos climático.

A campanha Empregos para o Clima aponta o Plano Nacional de Energia e Clima para 2030 como mera cosmética contabilística e garantia de desastre climático. No dia 28 de Janeiro, o Director Geral de Energia e Geologia apresentou o Plano Nacional Energia e Clima 2030, que indica um caminho para a neutralidade carbónica até 2050, através da redução de…

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COMUNICADO: O encerramento da fábrica de painéis solares de Moura é uma lição e oportunidade para transição justa.

A campanha Empregos para o Clima defende que a Moura Fábrica Solar deve ser nacionalizada, garantindo emprego digno para os trabalhadores e energia limpa para o país. A empresa Acciona declarou que a fábrica de painéis solares de Moura no distrito de Beja vai fechar, deixando 105 pessoas desempregadas. Acciona culpa o “mercado competitivo dominado por fabricantes chineses”. A…

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Article: The effects of environmental transport policies on the environment, economy and employment in Portugal

Pedro Nunes, Fábio Pinheiro and Miguel C. Brito from the Faculty of Science of the University of Lisbon had generously accepted to work on the climate jobs in the transport sector. The Portuguese climate jobs campaign benefited directly from their work, which we integrated into the campaign report. This work resulted in a Master’s Thesis in the faculty, and…

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Entrevista com Sarah Ensor

O maior obstáculo a qualquer campanha por Empregos para o Clima é o capitalismo Entrevista com Sarah Ensor (Campaign Against Climate Change e One Million Climate Jobs, Reino Unido) que esteve em Lisboa durante os IV Encontros Internacionais Ecossocialistas Quais são as vossas expetativas relativamente à convergência entre o movimento sindical e as questões climáticas? Que experiências concretas existem…

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O Trabalho na Era das Alterações Climáticas – Lígia Calapez (SPGL)

Qual o lugar do trabalho na era das alterações climáticas? E que papel para os sindicatos e movimentos sociais? Que alternativas ao atual modelo de desenvolvimento e como gerar tais alternativas? O que significa uma transição justa? Que empregos para o clima? Estas e outras questões estiveram no centro dos debates em torno de “O Trabalho na Era das…

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Lisbon Just Transition Gathering

Jobs for the Climate! On 22nd of November, unionists and climate justice activists from ten countries and five continents gathered closely before the 4th International Ecosocialist Encounters in the “Lisbon Just Transition Gathering” to share experiences of their fights and to discuss possible convergence points between labor and ecological movements. The encounter took place in a highly contested and…

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Declaração: A cimeira do clima em Katowice não serve. Os trabalhadores precisam de mobilizar-se para exigir uma transição justa.

Esta declaração foi escrita por sindicalistas e ativistas pela justiça climática, reunidos em Lisboa nos dias 22-25 de novembro por iniciativa da campanha Empregos para o Clima e da Fundação Rosa Luxemburgo. O texto foi lançado na sessão de encerramento dos IV Encontros Internacionais Ecossocialistas. A cimeira do clima em Katowice não serve. Os trabalhadores precisam de mobilizar-se para…

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