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Comunicado: Trabalhadores de Fábrica Painéis Solares pedem nacionalização ao governo

Os antigos trabalhadores e trabalhadoras da MFS – Moura Fábrica Solar, em conjunto com a Campanha Emprego para o Clima e com o Sindicato dos Trabalhadores da Energia e Águas de Portugal, apoiam a proposta de nacionalização da fábrica de painéis solares e pediram uma audiência ao primeiro-ministro, António Costa. A MFS foi classificada como Empresa de Interesse Público para a Economia da Região num concelho do interior com uma das maiores taxas de desemprego do país. O governo português assumiu a necessidade de travar o aumento de temperatura abaixo dos 2ºC até 2100, apontando metas de 80% de electricidade…

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Central Fotovoltaica da Marinha, equipada com 7.200 painéis fotovoltaicos dispersos por uma área de cinco hectares está apta a produzir anualmente a energia solar equivalente ao consumo médio de 800 lares, 29 Agosto 2014, Ovar. ESTELA SILVA/LUSA

COMUNICADO: O Plano Nacional de Energia e Clima para 2030 garante o caos climático.

A campanha Empregos para o Clima aponta o Plano Nacional de Energia e Clima para 2030 como mera cosmética contabilística e garantia de desastre climático. No dia 28 de Janeiro, o Director Geral de Energia e Geologia apresentou o Plano Nacional Energia e Clima 2030, que indica um caminho para a neutralidade carbónica até 2050, através da redução de emissões de gases com efeito de estufa em 45% a 55% até 2030, face a 2005. A escolha do ano de 2005, recordista de emissões em Portugal, é um mero truque cosmético para fazer os compromissos do governo parecerem mais ambiciosos…

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Campanha defende que Governo deve nacionalizar fábrica que vai fechar em Moura

Num comunicado enviado à agência Lusa, a campanha, que abrange várias associações, movimentos sociais e ambientalistas e sindicatos, defende que a MFS, situada na cidade de Moura, distrito de Beja, “deve ser nacionalizada, garantindo emprego digno para os trabalhadores e energia limpa para o país”. Neste sentido, refere, o Governo deve “intervir no processo” e “nacionalizar a fábrica” para nela “produzir painéis solares para montar” em edifícios públicos, nomeadamente escolas. Segundo a campanha, atualmente, os edifícios públicos “estão a comprar energia a empresas privadas, o que faz com que o dinheiro público sirva interesses privados”. No entanto, defende, se comprarem…

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COMUNICADO: O encerramento da fábrica de painéis solares de Moura é uma lição e oportunidade para transição justa.

A campanha Empregos para o Clima defende que a Moura Fábrica Solar deve ser nacionalizada, garantindo emprego digno para os trabalhadores e energia limpa para o país. A empresa Acciona declarou que a fábrica de painéis solares de Moura no distrito de Beja vai fechar, deixando 105 pessoas desempregadas. Acciona culpa o “mercado competitivo dominado por fabricantes chineses”. A fábrica MFS – Moura Fábrica Solar não fecha porque não faz lucro mas fecha porque não faz lucro o suficiente. Alias, a empresa já anunciou que quer “transferir a sua produção para fábricas na Ásia.” Na era das alterações climáticas e…

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Empregos para o Clima Nova Iorque, Comunicado

A campanha Empregos para o Clima está presente em 9 países do mundo, envolvendo movimentos sociais e sindicatos numa luta em defesa do clima e do emprego digno. Em Nova Iorque, sindicatos do sector das energias, dos transportes e da construção civil uniram-se para que juntos pudessem levar a campanha para a frente e conseguiram. Graças a este esforço conjunto e apesar do total desprezo de Trump pelo clima e da sua decisão de retirar os E.U.A. do Acordo de Paris, o Governador de Nova Iorque aderiu à campanha empregos para o clima e vai implementar medidas na área das…

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Apresentação resumo da campanha aqui

 

Contacto para Imprensa

Nome: Sinan Eden

Telefone: (00351) 913523867

E-mail: contacto [at] empregos-clima.pt